terça-feira, 25 de janeiro de 2011
segunda-feira, 24 de janeiro de 2011
Ilusões da Vida
Quem passou pela vida em brancas nuvens
E em plácido repouso adormeceu,
Quem não sentiu o frio da desgraça,
Quem passou pela vida e não sofreu,
Foi espectro de homem, não foi homem.
Só passou pela vida... não viveu.
Francisco Otaviano
domingo, 23 de janeiro de 2011
Sensações...
Suyenne Saraiva e Júlio César
A sensação de estar junto da pessoa que se ama é incomparável a qualquer outra situação, pode até ser parecida, mas nunca será a mesma..
Saudade...
“Trancar o dedo numa porta dói. Bater com o queixo no chão dói. Torcer o tornozelo dói. Um tapa, um soco, um pontapé, doem. Dói bater a cabeça na quina da mesa, dói morder a língua, dói cólica, cárie e pedra no rim. Mas o que mais dói é a saudade. Saudade de um irmão que mora longe. Saudade de uma cachoeira da infância. Saudade do gosto de uma fruta que não se encontra mais. Saudade do pai que morreu, do amigo imaginário que nunca existiu. Saudade de uma cidade.
Saudade da gente mesmo, que o tempo não perdoa. Doem essas saudades todas. Mas a saudade mais dolorida é a saudade de quem se ama. Saudade da pele, do cheiro, dos beijos. Saudade da presença, e até da ausência consentida.
Você podia ficar na sala e ela no quarto, sem se verem, mas sabiam-se lá. Você podia ir para o dentista e ela para a faculdade, mas sabiam-se onde. Você podia ficar o dia sem vê-la, ela o dia sem vê-lo, mas sabiam-se amanhã. Contudo, quando o amor de um acaba, ou torna-se menor, ao outro sobra uma saudade que ninguém sabe como deter.
Saudade é basicamente não saber. Não saber mais se ela continua fungando num ambiente mais frio. Não saber se ele continua sem fazer a barba por causa daquela alergia. Não saber se ela ainda usa aquela saia. Não saber se ele foi na consulta com o dermatologista como prometeu. Não saber se ela tem comido bem por causa daquela mania de estar sempre ocupada, se ele tem assistido as aulas de inglês, se aprendeu a entrar na Internet e encontrar a página do Diário Oficial, se ela aprendeu a estacionar entre dois carros, se ele continua preferindo Malzebier, se ela continua preferindo suco, se ele continua sorrindo com aqueles olhinhos apertados, se ela continua dançando daquele jeitinho enlouquecedor, se ele continua cantando tão bem, se ela continua detestando o McDonald's, se ele continua amando, se ela continua a chorar até nas comédias.
Saudade é não saber mesmo! Não saber o que fazer com os dias que ficaram mais compridos, não saber como encontrar tarefas que lhe cessem o pensamento, não saber como frear as lágrimas diante de uma música, não saber como vencer a dor de um silêncio que nada preenche. Saudade é não querer saber se ela está com outro, e ao mesmo tempo querer. É não saber se ele está feliz, e ao mesmo tempo perguntar a todos os amigos por isso... É não querer saber se ele está mais magro, se ela está mais bela. Saudade é nunca mais saber de quem se ama, e ainda assim doer. Saudade é isso que senti enquanto estive escrevendo o que você, provavelmente, está sentindo agora depois que acabou de ler...”
Saudade da gente mesmo, que o tempo não perdoa. Doem essas saudades todas. Mas a saudade mais dolorida é a saudade de quem se ama. Saudade da pele, do cheiro, dos beijos. Saudade da presença, e até da ausência consentida.
Você podia ficar na sala e ela no quarto, sem se verem, mas sabiam-se lá. Você podia ir para o dentista e ela para a faculdade, mas sabiam-se onde. Você podia ficar o dia sem vê-la, ela o dia sem vê-lo, mas sabiam-se amanhã. Contudo, quando o amor de um acaba, ou torna-se menor, ao outro sobra uma saudade que ninguém sabe como deter.
Saudade é basicamente não saber. Não saber mais se ela continua fungando num ambiente mais frio. Não saber se ele continua sem fazer a barba por causa daquela alergia. Não saber se ela ainda usa aquela saia. Não saber se ele foi na consulta com o dermatologista como prometeu. Não saber se ela tem comido bem por causa daquela mania de estar sempre ocupada, se ele tem assistido as aulas de inglês, se aprendeu a entrar na Internet e encontrar a página do Diário Oficial, se ela aprendeu a estacionar entre dois carros, se ele continua preferindo Malzebier, se ela continua preferindo suco, se ele continua sorrindo com aqueles olhinhos apertados, se ela continua dançando daquele jeitinho enlouquecedor, se ele continua cantando tão bem, se ela continua detestando o McDonald's, se ele continua amando, se ela continua a chorar até nas comédias.
Saudade é não saber mesmo! Não saber o que fazer com os dias que ficaram mais compridos, não saber como encontrar tarefas que lhe cessem o pensamento, não saber como frear as lágrimas diante de uma música, não saber como vencer a dor de um silêncio que nada preenche. Saudade é não querer saber se ela está com outro, e ao mesmo tempo querer. É não saber se ele está feliz, e ao mesmo tempo perguntar a todos os amigos por isso... É não querer saber se ele está mais magro, se ela está mais bela. Saudade é nunca mais saber de quem se ama, e ainda assim doer. Saudade é isso que senti enquanto estive escrevendo o que você, provavelmente, está sentindo agora depois que acabou de ler...”
Valorize a vida!!!
Se hoje você pudesse fazer um único pedido, o que você faria? Se um gênio da lâmpada lhe aparecesse como por milagre, o que você pediria?
Muitos, nessa fantasia, imaginam pedir largas somas em dinheiro. Outros, a passar temporadas infindas de férias em algum lugar paradisíaco. Outros mais desejariam largos períodos de tempo para satisfazer sensações e paixões.
Porém, se perguntássemos para um tetraplégico qual seria seu maior desejo ou para um cego, o que responderiam? Para o portador de uma doença incurável, qual seria seu pedido?
A resposta parece clara, em qualquer desses casos. Eles desejariam milagres de que nós, que não estamos nessas situações, somos portadores.
Por vezes desejamos coisas sem sentido ou infantilidades, esquecendo que somos presenteados com milagres da vida todos os dias.
Desejamos ter olhos mais expressivos, ou de outra cor, outro formato... E alguns apenas desejariam enxergar.
Desejamos ter um corpo mais magro, mais atlético, um corpo de formas mais harmoniosas. E alguns... apenas um corpo com saúde.
Tantos reclamam desejando serem mais altos, terem pernas mais proporcionais. Outros reclamam dos pés que julgam feios. E alguns... apenas desejariam andar.
São tantos a reclamar da voz estridente de alguém, do barulho da rua, do choro da criança que mora ao lado. E alguns... apenas desejariam escutar.
Diariamente o milagre da vida e suas riquezas oferecem-nos presentes, pois nos dão a oportunidade de presenciar e vivenciar a grandiosidade das coisas de Deus.
São inúmeros os milagres que nos sucedem e que poucas vezes nos damos conta. Afinal, qual foi a última vez que lembramos de agradecer a Deus pela saúde?
Quando nos lembramos de agradecer ao Pai pela família, pelos amigos, por termos a quem amar e por sermos amados?
Qual foi a última vez que agradecemos pelo corpo que dispomos, pelas condições em que vivemos, pelas oportunidades que a vida nos oferece?
Sempre que formos imaginar a necessidade de um grande gênio da lâmpada a surgir na nossa frente a fim de fazer algum milagre que desejamos, é necessário lembrar que estamos cercados de milagres da vida.
Um dia, nosso corpo se iniciou com apenas uma célula, e hoje são trilhões delas a nos oferecer a imensa oportunidade da experiência terrena, do aprendizado, do ressarcimento de nossas economias morais perante a Lei de Deus.
Isso já é suficiente para termos o coração pleno de gratidão.
E, se por acaso, um dia, um gênio da lâmpada nos perguntar qual o nosso pedido, que possamos ter a alegria de responder que nada temos a pedir, somente a agradecer, frente a tudo que a vida nos ofereceu até o dia de hoje.
Problema mais difícil...
Qual será o mais difícil problema do mundo? Será a fome, a miséria, as enfermidades, os desvios morais?
Certa feita, um pai surpreendeu os filhos numa discussão acalorada, onde justamente o que discutiam era a respeito do problema mais complicado a ser resolvido.
Chamou os três rapazes e confiou uma tarefa a cada um. Ao primeiro, deu um rico vaso de argila, ao segundo uma bela corça, e um bolo decorado em uma bandeja de prata ao terceiro.
Os presentes se destinavam ao príncipe que os governava e tinha seu palácio à distância de três milhas.
Logo que iniciaram o trajeto, a discussão começou. O que levava a corça reclamava da forma como o irmão segurava o vaso.
Este, por sua vez, dizia que o irmão desajeitado era o que estava com o bolo, que não concordava com a maneira que a corça era conduzida.
Seguiam pela estrada devagar, cada qual observando e fazendo reparos no outro.
Em um certo trecho do caminho, o que segurava o animal pela corda, decidiu ajeitar o vaso nas mãos do irmão.
Pega aqui, vira ali, o vaso acabou caindo e se espatifando nas pedras.
Com o barulho, o pequeno animal se assustou, puxou com força a corda, libertou-se e fugiu.
O que segurava a bandeja saiu a correr, tentando alcançar a pequena corça, que se embrenhou na mata próxima.
O resultado foi que perdeu o equilíbrio e derrubou a bandeja.
Os três retornaram tristes para casa, relatando ao pai o acontecido. Ao mesmo tempo, estavam envergonhados por não terem conseguido atender a ordem paterna.
O pai ouviu as suas lamentações e os detalhes da história. Homem sábio, falou:
Aproveitem o ensinamento da estrada. Se cada um de vocês estivesse atento para com sua própria tarefa, não teriam fracassado.
O mais difícil problema do mundo, meus filhos, é o de cada homem cuidar dos próprios negócios, sem se intrometer nos alheios.
Enquanto ficamos preocupados com o que o outro tem a fazer, as nossas responsabilidades são esquecidas.
Enquanto ficamos criticando as ações alheias, esquecemos de observar as nossas próprias, que quase sempre traduzem desacertos e irresponsabilidade.
* * *
O verdadeiro caráter da caridade é a modéstia e a humildade. Essas virtudes consistem em ver cada um apenas de forma superficial os defeitos dos demais, esforçando-se por fazer que prevaleça nele o que há de bom e virtuoso.
Não nos esqueçamos que, embora o coração humano seja cheio de defeitos, sempre há em suas dobras mais ocultas o gérmen de bons sentimentos, centelha viva da essência espiritual.
Descubramos esse lado positivo e invistamos nele, todos os dias da nossa existência.
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